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A comunhão do Espírito Santo

A comunhão com o Pai e o Filho significa, realmente, comunhão no Espírito Santo. É por esta razão que Paulo, o apóstolo dos gentios e nosso, deseja que essa comunhão esteja conosco, como o faz em 2 Coríntios 13.18: “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós.”

Inicialmente podemos afirmar que a comunhão no Espírito Santo significa duas coisas:
a) nossa comunhão com Deus;
b) a comunhão entre nós.

Às vezes falamos de “comunhão” quando ficamos juntos em cultos, festas, jantares, e até em brincadeiras. Tais ajuntamentos podem, sim, retratar nossa comunhão com Deus e entre nós, mas podem, por outro lado, mascarar a falta de profundidade em nossos relacionamentos. Aliás, confundimos relacionamentos com a comunhão do Espírito Santo.

Uma igreja que segue tradições, costumes, certas práticas que têm “aparência de piedade”, pode viver em bom relacionamento, mas não viver “em comunhão”.

Só há um caminho para vivermos na comunhão do Espírito Santo: é passarmos pela experiência do Pentecoste e viver nela.

I – Passar pelo Pentecoste é passar por algo muito poderoso; é penetrar na vida do Espírito de Deus, no qual está:
a)um poder transformador: a pessoa que passa pelo Pentecoste não é mais a mesma; há nela uma nova graça.
b) há nela uma graça harmonizadora: as diferenças individuais dão lugar a uma harmonia sobrenatural, que é aquilo que Paulo chama de “uma mesma disposição mental” (1 Coríntios 1.10).
c) há nela uma virtude especial que o Espírito concede para motivar (o amor), inspirar (direção e vontade) e ungir (graça) para anunciar o evangelho aos outros.

II – O Pentecoste acontece com pessoas que estão cheias de expectativa, cheias de esperança quanto à vontade de Deus de abençoá-las:
a) as 120 pessoas que estavam no cenáculo obedeciam à ordem de Jesus (Atos 1.4) para que esperassem a realização da promessa do Pai. Aí há um princípio especial para nós hoje: o Espírito Santo já foi dado à igreja, mas cada um de nós precisa nutrir a esperança viva de sua manifestação e de entrar nessa experiência;
b) não devemos esperar apenas coisas pequenas da parte de Deus, porque tudo que ele concede tem sentido e valor incomparáveis, e , mais do que tudo, tratando-se do Espírito Santo;
c) não se trata de uma espera passiva, inerte, mas de um desejo ardente de ter, da parte de Deus, o que lhe é mais precioso: Seu próprio Espírito!

III – A comunhão do Espírito Santo é algo prático e, como já foi dito, mais forte do que qualquer ajuntamento ocasional ou simples relacionamento:
a) há membros da igreja que se relacionam com outros membros, mas, de fato, não têm comunhão com eles;
b) há casais que até se relacionam bem, mas tal relacionamento não é durável e/ou profundo, porque não há comunhão do Espírito Santo;
c) há famílias com pobre ou razoável relacionamento entre pais, filhos, irmãos, mas não uma comunhão criativa, alegre, inspiradora; é disso que precisamos!
d) há discipuladores e discípulos que se relacionam numa base de autoridade e disciplina, mas não uma comunhão que lhes dê uma dinâmica de vida e um evangelismo que alegre o Pai. É disso que precisamos!

Conclusão

1. Precisamos, mais e mais, orar e nos mover juntos à busca da inteira comunhão do Espírito Santo.
2. Só podemos alcançar isso numa renovada experiência pessoal e coletiva do Pentecoste.
3. A concessão do poder é o alvo de Deus no Pentecoste.
4. Sem poder o “Evangelho” não é uma “boa nova”.
5. Com humildade e oração chegaremos lá!

Nossa oração:
Espírito do trino Deus, vem sobre nós!
Espírito do trino Deus, vem sobre nós!
Quebranta-nos!
Consome-nos!
Transforma-nos!
Transborda-nos!
Espírito do trino Deus, vem sobre nós!


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