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Como relacionar e mobilizar os discípulos

A – O COMPANHEIRISMO PARA A OBRA DE DEUS

Há muitos anos o Senhor tem nos falado sobre o discipulado e o companheirismo para a obra de Deus. Eles formam as “juntas e ligamentos” do corpo de Cristo (Efésios 4.16 e Colossenses 2.19), isto é, os relacionamentos entre os irmãos onde encontramos as virtudes, as riquezas e a autoridade de Cristo.

Se perguntarmos: Quantos estão em discipulado? A maioria responderia que tem este vínculo. Mas se perguntarmos quantos estão em companheirismo, o que diríamos? E nós, temos companheiro? E se temos companheirismo, é para a obra?

Podemos denunciar:

- Não buscamos os recursos de Deus, como a oração e a Palavra, o poder do Espírito Santo e seus dons, como nossos únicos recursos.
- Não relacionamos os discípulos para a obra de Deus como deveríamos.
- Fazemos a obra sós.
- Mobilizamo-nos pouco.
- Não temos continuidade.
- Achamos que nos sacrificamos muito.
- Fazemos a obra esporadicamente: quantas tentativas e frustrações!

B – BASE PARA A OBRA DE DEUS

CRISTO e o grupo dos “doze”. Nosso modelo de vida e obra: Discipulado e Companheirismo (Marcos 3.14 e 6.7). Jesus selecionou 12 discípulos, discipulou-os e os enviou de 2 a 2 para a obra. Jesus é nosso modelo de vida e obra.

PAULO e suas equipes apostólicas (2 Timóteo 2.2). Paulo e seus cooperadores sempre trabalhavam juntos, nunca sós. Paulo andava com Barnabé, andava com Silas, assim por diante.

JOÃO WESLEY (avivalista do século 18) e suas “sociedades, classes e bands”: As “sociedades” eram congregações locais. Reuniam-se para orar, cantar, estudar a bíblia e cuidar uns dos outros em amor. Elas eram formadas por “classes”, isto é, pequenos grupos nas casas compostos de 12 a 20 pessoas. Reuniam-se para rever a palavra de Deus ministrada nas “sociedades”, fazer confissão mútua de pecados e prestar contas da sua conduta uns aos outros. Dentro das “classes” tinham as “bands”, que pode ser traduzido do inglês como “um grupo ou pequeno grupo de interesses mútuos”. Eram compostos de uns 3 a 4 irmãos que se reuniam para uma comunhão mais íntima entre eles e colocarem em prática o que era ministrado nas “sociedades” e “classes”, e alcançarem outros para Cristo. As “bands” alimentavam as “classes”, e as “classes” alimentavam as “sociedades”. Um pesquisador disse que o movimento Wesleyano chegou a 10.000 células.

DAVID YONG CHO e seus grupos familiares. Possivelmente ainda é a maior igreja no mundo, estabelecida desde o princípio com seus grupos familiares. É dito que João Wesley foi o precursor dos grupos pequenos, e David Yong Cho, seu introdutor em nosso século.

IVAN BAKER e o companheirismo na obra de Deus. Este homem de Deus e evangelista influenciou a Argentina, o Brasil, e outros países com sua visão de discipulado e companheirismo. Nós, de Porto Alegre, fomos muito edificados pelo seu ministério.

CÉSAR CASTELHANOS e as “células de evangelismo” do “G 12″. Sua dinâmica era de estabelecer 2 a 3 irmãos que iriam evangelizar outros 3, assim por diante, até chegar a 12 a 15 pessoas; e daí selecionar 12 discípulos. Estas pequenas células de evangelismo se tornariam células de discipulado. E ao formar uma célula de discipulado, um grupo de 12 novamente iria se multiplicar em pequenas células de evangelismo para se tornarem células de discipulado, assim sucessivamente.

ABE HUBER e os “grupos de evangelismo”. São pequenos grupos de 2 a 3 irmãos que se encontram para evangelizar e se multiplicar em outros pequenos grupos.

AFIF e os “pequenos grupos de 2 ou 3″ (Mateus 18.20). O Senhor prometeu que onde estiverem 2 ou 3 reunidos em seu Nome, ali ele está presente. São pequenos grupos que se encontram com propósito definido de alcançar outros para Cristo.

C – COMO SER PRÁTICO NA OBRA DE DEUS

Relacionar e mobilizar os discípulos que estamos servindo.
Estabelecê-los em 2 a 3 irmãos, solteiros ou casais, que já estão em companheirismo ou não.
Estabelecer os grupos de evangelismo.
São grupos permanentes que se encontram regularmente durante a semana, no dia e hora combinados. Eles não substituem a reunião de toda igreja para celebração e a igreja nas casas.

Temos aprendido com o irmão Afif que estes grupos têm quatro finalidades:
1º. Comunhão: companheirismo com propósito;
2º. Oração: pelo grupo e por aqueles que queremos alcançar para Cristo;
3º. Preparação: é a ocasião para capacitar-se no testemunho pessoal. Podemos estudar os materiais: “Visão Panorâmica da Obra de Deus”; o folder, “Qual é Propósito da Vida?”; do Afif, “Plano de Ação para Evangelizar em Pequenos Grupos”;
4º. Ação: é o ápice destes grupos de evangelismo. Neste momento temos que discernir as oportunidades que o Espírito Santo está dando para nos aproximarmos das pessoas pelas quais estamos orando, para amá-las, servi-las e levá-las a Cristo.

Quando evangelizamos em pequenos grupos, o contato não será interrompido: sempre alguém dará continuidade.

Se o contato abrir sua vida para conhecer a Cristo, então devemos ministrar-lhe sobre Jesus e a porta do reino. Temos esta ministração no folder: “Qual é o Propósito da Vida?”.

Integrar o contato no grupo de evangelismo: levá-lo aos encontros da igreja para conhecer a família de Deus.

Uma vez que o contato está dando resposta a Cristo, devemos batizar, discipular, relacionar o discípulo na vida da igreja e também enviá-lo a fazer a obra de Deus.

Ter alvos de multiplicação: O SENHOR nos predestinou em Cristo para a multiplicação. O Pai é glorificado quando damos muitos frutos para ele! Boa obra!


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