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HABITE RICAMENTE EM VÓS A PALAVRA DE CRISTO

Por Erasmo Ungaretti

(Cl.3:16)

O apóstolo Paulo, na epístola que dirigiu aos cristãos residentes na cidade de Colossos, os recorda e reforça os valores que ele já lhes ministrara quando os introduziu na vida em Cristo. Como ele tem o grande desejo de que esses irmãos na fé alcancem a plena maturidade espiritual, lhes apresenta, nessa carta, algo que eles deveriam acrescer às suas vidas.  Na introdução dessa missiva, no capítulo um, nos versículos nove e dez, como um bom pastor cheio de amor pelo seu rebanho, Paulo lhes revela que ele, juntamente com o irmão Timóteo, não cessam de orar por eles. E ambos o fazem com um valioso objetivo: “que transbordeis do pleno conhecimento da sua vontade, [vontade de Deus], em toda a sabedoria e entendimento espiritual; a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda a boa obra e crescendo no conhecimento de Deus” (v. 1.9 e 10). Essa oração contém elementos extremamente valiosos para que, com eles, os discípulos possam alcançar o que lhes é de grande valor: “habite ricamente em vós a palavra de Cristo” (3.16).

 

Paulo sabe, por experiência própria, quão valiosa é a palavra de Cristo, e quanto ela deve estar bem enraizada na vida dos discípulos, para que eles possam percorrer com segurança o caminho que conduz a vida eterna. A palavra de Cristo é uma herança valiosa que nos foi legada. Ela é de um valor tão elevado que exige ser guardada no lugar mais próprio que possuímos: o nosso coração. O verbo “habitar”, que inicia o versículo dezesseis, expressa, de forma bem clara, que a palavra de Jesus deve ter uma residência estável em nós. Assim fazendo, todo o nosso ser, espírito, alma e corpo, será regido por ela. E, ela habitando em nós, transbordará abundantemente, para que possamos levá-la a outras pessoas que dela necessitam. Também, com isso, nós teremos a alegria de possuir uma vida espiritual abundante.

 

A habitação da palavra de Cristo em nós nos proporciona valores que produzem altos dividendos, os quais nos enriquecem espiritualmente. Também, essa palavra será uma armadura que nos protegerá sempre que tivermos de lutar conta às investidas daquele que é o nosso maior inimigo. Também, se a palavra de Cristo residir em nós, estaremos capacitados a atingir o que Deus quer ver em todos nós: “sermos conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Romanos 8.29). Na caminhada para a realização desse propósito divino, a palavra de Cristo nos orientará com segurança os nossos passos, para que não tropecemos, nem nos desviemos do caminho que devemos seguir.

 

Na noite em que Jesus, na companhia dos discípulos, foi ao jardim do Getsêmani, ao longo da caminhada que faziam para lá chegar, ele fez um repetitivo apelo aos discípulos. Com insistência ele lhes solicitou que permanecessem nele. E, numa dessas vezes, ele acrescentou algo mais: “e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito” (João 15.7). Jesus e a sua palavra devem estar juntos radicados no coração de todos os discípulos; se assim ocorrer, há uma preciosa bênção: as orações serão respondidas. Jesus e a sua palavra jamais podem estar separados de nós.

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