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Que queres que te faça?

Por Ingrid Hort

Perguntou Jesus:”Que  queres que eu te faça?
Respondeu ele:Senhor, que eu torne a ver.
Então,Jesus lhe disse: Recupera tua vista; tua fé te salvou.” Lucas 18.41 e 42.
                                                            
   Muitas vezes já me perguntei: se eu encontrasse Jesus face a face e ele me fizesse esta pergunta, o   que eu diria? O que você diria?
  Claro que Jesus sabia da necessidade deste cego de Jericó mas Ele queria ouvir de seus lábios, o desejo do  seu coração. Ele não faz nada em nosso coração, contra nossa vontade.
Lembro com muito carinho meu primeiro encontro com os irmãos da Igreja cubana, já nos conhecíamos pelas cartas, por longos anos. E diante das necessidades e dificuldades que enfrentavam, perguntei: qual o motivo principal de oração para levar ao Brasil?.
 Minha suspresa foi grande quando ouvi:”Que jamais vacilemos na fé e conquistemos Cuba para Cristo”. Este tem sido meu clamor neste 24 anos de comunhão com esta parte da Igreja. E novas gerações se levantam neste fervor e a Igreja caminha firme não se importando com o tipo de estrada.
Em Guiné Bissau as dificuldades são outras. Mas o coração conquistado por Jesus entre tantas tradições tribais e línguas diferentes, tem o mesmo desejo: fazer conhecido o amor de Deus, através de Jesus. E como Jorge e Vera Feistler, que estão em Iemberem, definiram sua missão quando os conheci:”Queremos andar por estas terras, falando do amor de Jesus. Curando os que estão doentes (espírito, alma e corpo, também usando o ambulatório). E ensinando, o que for necessário“(escola, oficina…). Não tenho dúvidas que o objetivo foi alcançado.E muitos guinenses se multiplicam nesta tarefa.Homens e mulheres, rapazes e moças que amam seu povo e sua nação.
Nossa chegada (Suzete e eu), em Guiné Conacry, em 2008, foi em meio a muito tumulto político.
Reconhecer o Mohamet na multidão, no aeroporto, foi um enorme alívio. Conheci uma igreja realmente africana, com louvor vibrante, oração e jejuns são mais comuns que um prato de comida. E apesar do exército nas ruas, pouca comida, falta de luz e insegurança (nós duas,estrangeiras brancas), nos sentimos tão amadas e protegidas.A Tânia, com seu humor( brasileira/baiana) tornava os momentos tenso mais leves, mas cheios de clamor.Descobri como é fácil “orar sem cessar”…
 A mesquita enfrente a casa nos lembrava várias vezes ao dia, a misericórdia que Deus tem com o Mohamet, (agora servo de Jesus).E quando conheci as quatro irmãs, que venceram os 800km de muitas dificuldades e cansaço (4 dias de viagem) para estarem no nosso “Encontro de Mulheres”, choramos envergonhadas pela nossa indiferença com o Evangelho de tão grande amor. Como não clamar:
 Senhor, guarda e sustenta tua Igreja em Guiné Conacry.
Não sei qual será a sua resposta, mas Jesus está perguntando a você, AGORA:
Que queres que eu te faça”?! 
Podemos ser a extensão dos braços de Jesus para aqueles que nos cercam, em qualquer lugar.
E você pode ir conosco ORANDO( não tem preço),
CONTRIBUINDO ( Bradesco ag 3115.1, c/c 1070.7) ou INDO (Atos 1.8)
Um abençoado encontro com Jesus!
Um abraço,  Ingrid Hort.

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