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Apego a palavra

Por Erasmo Ungaretti

“Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração” (Colossenses 3.16).

 

Os crentes da cidade de Colossos, para os quais o apóstolo escreve esta carta, não possuíam o Novo Testamento para consultarem sobre o ensino que Jesus deixou para todos os que o recebem como o Senhor e Salvador de suas vidas. Tudo que esses crentes possuíam provinha de uma única fonte, aquela que Lucas indica: “conforme nos transmitiram os que desde o princípio foram deles testemunhas oculares e ministros da palavra” (Lucas 1.2). Mesmo assim, o apóstolo os responsabilizava de que deveriam se instruir e se aconselhar mutuamente. Mesmo com essa limitação de não terem nada escrito em suas mãos eles são um exemplo para nós que temos todo o Novo Testamento conosco, para estarmos instruindo e aconselhando uns aos outros. Nós devemos ser gratos a Lucas que diz: “Escrevi o primeiro livro, ó Teófilo, relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e ensinar” (Atos 1.1).

         Em João 15.7 nós temos um apelo e uma promessa de Jesus: “Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes e vos será feito” (João 15.7). O apelo é duplo: permanecer nele e na sua palavra. Nós não podemos permanecer em Jesus sem permanecer na sua palavra; da mesma forma que não podemos permanecer na palavra sem permanecer em Jesus. Ele e a sua palavra são inseparáveis. Se a nossa resposta a esse apelo for positiva, estamos aptos para receber a promessa que ele faz. Cristo e a sua palavra permanecendo em nós de forma abundante, estaremos totalmente habilitados a: “instruirmo-nos e acolhermo-nos mutuamente”, e o faremos com toda a sabedoria, pois: “o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as cousas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (João 14.26). Se fizermos isso, o nosso coração estará cheio de fé, e louvaremos a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais então expressaremos ao Pai a nossa gratidão.

Notemos que o apóstolo no início dessa carta (1.9,10) usou uma palavra paralela a essa que citamos. Ele escreve: “Por esta razão, também nós, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda a boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus”. Amém.


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